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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Modelo de Discurso

Segue uma síntese perfeita e absolutamente isenta da candidata do Lula. Basta que se coloque nos espaços em branco o tema que desejar.

“Deixa eu dizer uma coisa pra vocês. Eu considero pessoalmente esta questão do(a) ____ muito importante. Por quê? Porquê sem _____ não é possível haver dignidade humana. Nós no governo Lula lutamos e avançamos muito na área da(o)_____ e vamos continuar avançando ainda mais. Além disso, no que se refere a esta questão em particular, acho de particular importância o envolvimento do governo federal, o que não aconteceu na época do governo FHC/Serra”.

Nota: se desejar,faça uma sonoplastia gaguejando.Muito triste a apresentação da infeliz senhora no Jornal Nacional de hoje, 18 de outubro de 2010.

José Serra para Presidente do Brasil!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Gabeira define bem o Governador: - É um Pré-Republicano!

Sempre bem antenado Fernando Gabeira sintetizou e definiu a submissão do Poder constituído do Governo do Estado do Rio de Janeiro ao Poder central. Para conseguir verbas e dizendo sempre que o Rio de Janeiro vem sendo relegado nos projetos de investimento do Poder central desde a fusão entre o Rio e o Estado da Guanabara, O atual Governador defende a gestão do Rio na condição de vassalagem.
Aqui uso simplesmente a Wikipédia para esclarecer as ações de Cabral: Vassalagem

A maioria dos Governos estaduais procede desta maneira em todo o Brasil. Submetem-se ao Poder central para conseguir recursos do Palácio do Planalto. Está aqui indicada a doença de nossa Federação. Uma Federação submetida às esmolas que a Presidência irá distribuir durante sua gestão do país. E Lula é um mestre na arte de usar o Poder Central para submeter Governadores e autarquias estaduais ao esquema de abrir e fechar as torneiras de liberação de recursos.
Os governadores se transformam em suseranos quando se relacionam com os Prefeitos de seus Municípios; querem vassalagem. E assim sucessivamente até ao mais humilde servidor público.
Estranho é que o Rio de Janeiro engrosse esta sinistra estatística, tendo participado na História recente de forma republicana em muitos episódios de luta pelas liberdades no país. Fico imaginado se não seria a composição de nossa força de trabalho. Uma significativa massa de servidores públicos, amanuenses espalhados por todos os cantos sem qualquer capacidade de empreender. Tudo isto somado ao Projeto de abandono da Educação Pública para garantir fortes contingentes de vassalos na vida de nosso Estado.