Sempre bem antenado Fernando Gabeira sintetizou e definiu a submissão do Poder constituído do Governo do Estado do Rio de Janeiro ao Poder central. Para conseguir verbas e dizendo sempre que o Rio de Janeiro vem sendo relegado nos projetos de investimento do Poder central desde a fusão entre o Rio e o Estado da Guanabara, O atual Governador defende a gestão do Rio na condição de vassalagem.
Aqui uso simplesmente a Wikipédia para esclarecer as ações de Cabral: Vassalagem
A maioria dos Governos estaduais procede desta maneira em todo o Brasil. Submetem-se ao Poder central para conseguir recursos do Palácio do Planalto. Está aqui indicada a doença de nossa Federação. Uma Federação submetida às esmolas que a Presidência irá distribuir durante sua gestão do país. E Lula é um mestre na arte de usar o Poder Central para submeter Governadores e autarquias estaduais ao esquema de abrir e fechar as torneiras de liberação de recursos.
Os governadores se transformam em suseranos quando se relacionam com os Prefeitos de seus Municípios; querem vassalagem. E assim sucessivamente até ao mais humilde servidor público.
Estranho é que o Rio de Janeiro engrosse esta sinistra estatística, tendo participado na História recente de forma republicana em muitos episódios de luta pelas liberdades no país. Fico imaginado se não seria a composição de nossa força de trabalho. Uma significativa massa de servidores públicos, amanuenses espalhados por todos os cantos sem qualquer capacidade de empreender. Tudo isto somado ao Projeto de abandono da Educação Pública para garantir fortes contingentes de vassalos na vida de nosso Estado.
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
PPS, DEM e PSDB Criam Bloco Democrático e Reformista
Em reunião ocorrida nesta quarta-feira, em Brasília, os presidentes do PPS, Roberto Freire; do PSDB, Sérgio Guerra; e do DEM, Rodrigo Maia, decidiram que vão formar um amplo e democrático bloco político para disputar as eleições presidenciais em 2010 e governar o país.
A partir de agora, os representantes dos partidos formatarão um projeto de desenvolvimento para o Brasil que será repassado para as cinco regiões do país. No Congresso Nacional, PPS, DEM e PSDB já vinham atuando conjuntamente em diversas votações.
No encontro o presidente do PPS, Roberto Freire apresentou a Nota conjunta da Comissão executiva Nacional do PPS e sua bancada Federal.
A Comissão Executiva do Diretório Nacional do Partido Popular Socialista (PPS), em reunião conjunta com a bancada federal, decidiu trabalhar pela construção de um Bloco Democrático e Reformista, capaz de organizar um movimento nacional que vença as eleições presidenciais de 2010 e governe o pais, iniciando um ciclo virtuoso de transformações na economia e na sociedade.
Nos últimos seis anos, o atual governo se beneficiou de uma conjuntura financeira internacional que oferecia liquidez a todas as economias do mundo, graças a alavancagens jamais vistas no mercado, fazendo uso dos recursos fartos disponíveis, além de uma política fiscal de juros altíssimos e um verdadeiro populismo cambial, que transformou o país num entreposto de ganhos para os fluxos de capitais globalizados. Além de negar o discurso ético, o Executivo atropelou as instituições republicanas com a compra de parlamentares e partidos no episódio conhecido como o “mensalão”, a fim de controlar o Legislativo; criou e assenhoreou-se de dezenas de milhares de cargos públicos, usou os ganhos dessa ciranda para cooptar a sociedade organizada, trabalhadores e empresas para o interior do aparelho de Estado, ao mesmo tempo em que ofereceu e continua com políticas compensatórias para os mais pobres.
O mais grave, no entanto, é que o governo e o partido que o hegemoniza abandonaram as reformas estruturais que o Brasil tanto necessita, capazes de permitir ao país efetivamente alcançar seu desenvolvimento e ser menos desigual. Agora que a crise econômica “atravessou o Atlântico”, resta à sociedade e ao próximo governo construir uma outra perspectiva de desenvolvimento, fazer uma gestão transparente e com responsabilidade na condução da política econômica, resistindo ao economicismo que é prisioneiro do mero crescimento econômico, e tenha reflexos concretos nas políticas sociais.
Assim, o PPS convoca os brasileiros para a formação deste Bloco Político de oposição ao atual governo e aberto à participação de partidos, lideres sindicais e comunitários, gestores públicos em todas as instâncias, intelectuais, jovens, mulheres, universidades e escolas, lideranças religiosas, que apóiem seu programa e objetivos. No que diz respeito aos membros do PPS, cada um deverá ser portador desta proposta e assumir o dever de informar seus objetivos à sociedade, usando todos os meios possíveis de comunicação e informação.
Brasília, 2 de dezembro de 2008
Agora é a vez das ruas e das redes!
A partir de agora, os representantes dos partidos formatarão um projeto de desenvolvimento para o Brasil que será repassado para as cinco regiões do país. No Congresso Nacional, PPS, DEM e PSDB já vinham atuando conjuntamente em diversas votações.
No encontro o presidente do PPS, Roberto Freire apresentou a Nota conjunta da Comissão executiva Nacional do PPS e sua bancada Federal.
A Comissão Executiva do Diretório Nacional do Partido Popular Socialista (PPS), em reunião conjunta com a bancada federal, decidiu trabalhar pela construção de um Bloco Democrático e Reformista, capaz de organizar um movimento nacional que vença as eleições presidenciais de 2010 e governe o pais, iniciando um ciclo virtuoso de transformações na economia e na sociedade.
Nos últimos seis anos, o atual governo se beneficiou de uma conjuntura financeira internacional que oferecia liquidez a todas as economias do mundo, graças a alavancagens jamais vistas no mercado, fazendo uso dos recursos fartos disponíveis, além de uma política fiscal de juros altíssimos e um verdadeiro populismo cambial, que transformou o país num entreposto de ganhos para os fluxos de capitais globalizados. Além de negar o discurso ético, o Executivo atropelou as instituições republicanas com a compra de parlamentares e partidos no episódio conhecido como o “mensalão”, a fim de controlar o Legislativo; criou e assenhoreou-se de dezenas de milhares de cargos públicos, usou os ganhos dessa ciranda para cooptar a sociedade organizada, trabalhadores e empresas para o interior do aparelho de Estado, ao mesmo tempo em que ofereceu e continua com políticas compensatórias para os mais pobres.
O mais grave, no entanto, é que o governo e o partido que o hegemoniza abandonaram as reformas estruturais que o Brasil tanto necessita, capazes de permitir ao país efetivamente alcançar seu desenvolvimento e ser menos desigual. Agora que a crise econômica “atravessou o Atlântico”, resta à sociedade e ao próximo governo construir uma outra perspectiva de desenvolvimento, fazer uma gestão transparente e com responsabilidade na condução da política econômica, resistindo ao economicismo que é prisioneiro do mero crescimento econômico, e tenha reflexos concretos nas políticas sociais.
Assim, o PPS convoca os brasileiros para a formação deste Bloco Político de oposição ao atual governo e aberto à participação de partidos, lideres sindicais e comunitários, gestores públicos em todas as instâncias, intelectuais, jovens, mulheres, universidades e escolas, lideranças religiosas, que apóiem seu programa e objetivos. No que diz respeito aos membros do PPS, cada um deverá ser portador desta proposta e assumir o dever de informar seus objetivos à sociedade, usando todos os meios possíveis de comunicação e informação.
Brasília, 2 de dezembro de 2008
Agora é a vez das ruas e das redes!
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