Segue uma síntese perfeita e absolutamente isenta da candidata do Lula. Basta que se coloque nos espaços em branco o tema que desejar.
“Deixa eu dizer uma coisa pra vocês. Eu considero pessoalmente esta questão do(a) ____ muito importante. Por quê? Porquê sem _____ não é possível haver dignidade humana. Nós no governo Lula lutamos e avançamos muito na área da(o)_____ e vamos continuar avançando ainda mais. Além disso, no que se refere a esta questão em particular, acho de particular importância o envolvimento do governo federal, o que não aconteceu na época do governo FHC/Serra”.
Nota: se desejar,faça uma sonoplastia gaguejando.Muito triste a apresentação da infeliz senhora no Jornal Nacional de hoje, 18 de outubro de 2010.
José Serra para Presidente do Brasil!
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
A balança com dois pesos para um lado só.
Recebi este e-mail de minha mulher na reta final da Campanha no Primeiro Turno:
Li o artigo de Maria Rita Kehl, "Dois Pesos" publicado pelo Estadão no dia 02/10/2010, véspera do 1º turno das eleições.
Discordo.
Discordo em primeiro lugar do conceito / preconceito da autora sobre os eleitores do Serra.
Segundo ela somos todos os que não conseguem tolerar a cidadania dos mais pobres.
Triste.
Tão triste quanto os e-mails que ela recebe dizendo que os pobres não querem mais trabalhar porque recebem o “bolsa família”. Aliás, bolsa família que é mais um dos continuismos do governo Lula em relação ao governo FHC.
Não é verdade que os muito pobres preferem não trabalhar para não perder o bolsa família, o que eles não querem é ter uma relação de emprego formal – que paga miséria também – e assim perder a miséria do”bolsa família” sem mudar nada em suas vidas miseráveis. Não podia imaginar que a professora não tivesse entendido isto.
Pode ser que os que escreveram os e-mails que a professora recebeu não tenham percebido, mas tenho certeza que a professora percebeu. E, de propósito, esta deixando a confusão se instalar para poder se indignar contra a “preconceituosa classe média”.
O lamentável do programa do bolsa família é que - mesmo que garanta um presente menos trágico para seus incluídos – não acena para um futuro melhor, mesmo que só um pouquinho melhor. É reprodutor da miséria.
O que faremos em relação a isto?
O que faremos para que milhões tenham um futuro diferente da miséria.
Para que seus filhos não precisem de bolsa família?
Com certeza não é mantê-los na ignorância. Ficar feliz porque eles não sabem o que é sigilo, ou que existe um sentido para fiscal, que não seja o fiscal da feira. Ou que confundam dossiê com doce.
A dívida social brasileira é impagável e não tem bolsa família que dê jeito. Trata-se de construir um futuro onde as oportunidades possam mais iguais.
Eu acho que Serra é melhor que Dilma para fazer isto. É por isto que voto nele, não é porque tenho medo da cidadania dos pobres.
Passar bem.
Li o artigo de Maria Rita Kehl, "Dois Pesos" publicado pelo Estadão no dia 02/10/2010, véspera do 1º turno das eleições.
Discordo.
Discordo em primeiro lugar do conceito / preconceito da autora sobre os eleitores do Serra.
Segundo ela somos todos os que não conseguem tolerar a cidadania dos mais pobres.
Triste.
Tão triste quanto os e-mails que ela recebe dizendo que os pobres não querem mais trabalhar porque recebem o “bolsa família”. Aliás, bolsa família que é mais um dos continuismos do governo Lula em relação ao governo FHC.
Não é verdade que os muito pobres preferem não trabalhar para não perder o bolsa família, o que eles não querem é ter uma relação de emprego formal – que paga miséria também – e assim perder a miséria do”bolsa família” sem mudar nada em suas vidas miseráveis. Não podia imaginar que a professora não tivesse entendido isto.
Pode ser que os que escreveram os e-mails que a professora recebeu não tenham percebido, mas tenho certeza que a professora percebeu. E, de propósito, esta deixando a confusão se instalar para poder se indignar contra a “preconceituosa classe média”.
O lamentável do programa do bolsa família é que - mesmo que garanta um presente menos trágico para seus incluídos – não acena para um futuro melhor, mesmo que só um pouquinho melhor. É reprodutor da miséria.
O que faremos em relação a isto?
O que faremos para que milhões tenham um futuro diferente da miséria.
Para que seus filhos não precisem de bolsa família?
Com certeza não é mantê-los na ignorância. Ficar feliz porque eles não sabem o que é sigilo, ou que existe um sentido para fiscal, que não seja o fiscal da feira. Ou que confundam dossiê com doce.
A dívida social brasileira é impagável e não tem bolsa família que dê jeito. Trata-se de construir um futuro onde as oportunidades possam mais iguais.
Eu acho que Serra é melhor que Dilma para fazer isto. É por isto que voto nele, não é porque tenho medo da cidadania dos pobres.
Passar bem.
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