Não ao "dedazo" de Lula
Roberto Freire/Folha de S.Paulo
Em 25/08/2010
Lula optou por uma auxiliar direta, sem projeto político ou experiência eleitoral, mas capaz de cumprir à risca suas determinações: Dilma Rousseff
Nas eleições de 1970, em pleno "milagre econômico", o partido do regime militar teve uma vitória arrasadora. Os eleitores votaram maciçamente na antiga Arena e por muito pouco o MDB, o partido de oposição criado por imposição da ditadura, não se autodissolveu. Estava em curso um projeto de "mexicanização" do país.
Na terra de Zapata e Pancho Villa, um "dedazo" do presidente da República indicava o candidato oficial e este era eleito por esmagadora maioria. E assim o Partido Revolucionário Institucional (PRI) se mantinha no poder, graças ao clientelismo, à corrupção e ao aparelhamento do Estado.
Com as devidas ressalvas, quatro décadas depois, estamos diante de situação semelhante. Um "dedazo" do presidente Lula, amparado por seus índices de popularidade e pelo prestígio popular de seu governo, ameaça transformar o maior patrimônio político da nação -o voto direto, secreto e universal- em mero ritual de legitimação da sucessão presidencial.
Sim, porque há dois anos o presidente da República abusa de todos os meios à sua disposição e de todas as pessoas sob sua influência para fazer o seu sucessor. Lula não escolheu nenhum líder petista calejado nas lutas políticas, como os petistas José Dirceu ou Antônio Palocci, que foram expelidos de seu governo por motivos éticos.
Muito menos um aliado, como o ex-ministro da Integração Nacional Ciro Gomes, cuja legenda lhe foi negada pelo PSB a pedido do próprio presidente da República. Optou por uma auxiliar direta, sem projeto político próprio ou experiência eleitoral, mas capaz de cumprir à risca suas determinações: a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Ex-militante da VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária - Palmares), Dilma nunca disputou uma eleição para chegar ao Executivo, jamais exerceu um mandato eletivo no Legislativo.
Chegou ao Palácio do Planalto por integrar a tecnoburocracia petista, na qual se destacou por coordenar com mão de ferro a equipe ministerial. Revelou-se o nome mais adequado para comandar um modelo de governo verticalizado, centralizador e dirigista-estatal.
Encarna um projeto de poder de longo prazo, alavancado pelo aparelhamento do Estado brasileiro, pela adoção de políticas sociais assistencialistas, por práticas eleitorais de clientela e alianças com velhas oligarquias.
No governo Lula, Dilma foi uma das responsáveis pela adoção de um novo tipo de intervenção do Estado na economia, graças a um pacto perverso entre o governo, com suas empresas públicas e fundos de pensão, e as grandes empreiteiras, grandes grupos exportadores e alguns bancos privados.
O risco de "mexicanização" do país tem nessa conexão entre o setor público e o grande capital monopolista sua mola-mestra, daí a origem da campanha eleitoral milionária do PT. Mas isso não para por aí. A aliança entre o PT e o PMDB, partido que controla o Congresso Nacional, é uma simbiose entre o aparelhamento do Estado e o clientelismo político, cuja inédita capilaridade alcança todos os municípios do brasileiros. É outra semelhança com o velho PRI.
O PT manipula os sindicatos, enquanto o PMDB controla a velha política municipal. Como enfrentar, então, essa ameaça?
Para enfrentar os problemas do câmbio do país, temos que desatrelar o governo dos bancos, das empreiteiras e dos oligopólios. A única maneira de evitar a "mexicanização" é a alternância de poder, ou seja, a eleição de um oposicionista para a Presidência da República.
No meu caso, apoio José Serra, um político capaz de barrar uma estratégia do presidente Lula para manter o PT no poder central pelas próximas décadas.
Roberto Freire, advogado, é presidente do PPS (Partido Popular Socialista e candidato a deputado federal por São Paulo. Foi deputado federal e senador pelo PPS-PE.
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Às Favas com o PT!
Sempre que o PT acusa um golpe contra a sua Campanha ele tira da mochila alguns surrados refrões: “estamos fazendo uma Campanha limpa e séria enquanto nossos adversários vêm com baixarias”.
Outra que eles gostam muito: a privataria dos tucanos. Não vale a deles, na Oi Telemar eles liberaram mais de doze bilhões do nosso $$ do BNDES para constituir “um projeto de estatização” das Teles e reativação da TELEBRAS, (uma medida inconstitucional).
A História das FARCS e demais grupelhos de esquerda em todo o planeta são objeto de aliança dos Petralhas e muitas vezes com diversas ligações clandestinas. Achincalham as atividades diplomáticas desde que possam realizar alianças com Governos autoritários e sanguinários, mas que se autodenominam representantes da salvadora esquerda. Sempre gritando que ninguém tem provas, eh eh!
Envolvimento pesado no episódio do Mensalão com o Lula dizendo que não sabia e que depois de se informar chegou a conclusão que os recursos tirados dos cofres públicos, na verdade eram sobras dos Caixas dois de Campanhas eleitorais. Tinha que botar todos os responsáveis em cana. Quem faz Caixa dois não é transgressor Oh presidente?
Não deixam que se esclareça o assassinato do Prefeito de Sto André, Celso Daniel, na época responsável pelas finanças da Campanha do PT em 2002. Tem gente do Palácio que sabe tudo o que aconteceu.
Finalmente a mais séria e deformada manobra de todas: - porque estão fortemente envolvidos com o assistencialismo através da máquina do Estado, se dizem esquerda preocupada com o problema social. E toma de distribuir $$ para Sindicatos, ONGs, MST, e dar DAs para a militância em todo o país. A Partir daí desenvolvem toda uma propaganda de natureza fascista e imitando o derrotado Socialismo Mussoliniano, denunciam todos os políticos sérios verdadeiramente preocupados com as LIBERDADES em nosso país. Eles querem isso: O Estado Centralizado das benesses sociais contra a plena liberdade em nossa terra.
O Índio da Costa foi de grande felicidade quando cunhou a frase: ÀS FAVAS COM O PT!
Outra que eles gostam muito: a privataria dos tucanos. Não vale a deles, na Oi Telemar eles liberaram mais de doze bilhões do nosso $$ do BNDES para constituir “um projeto de estatização” das Teles e reativação da TELEBRAS, (uma medida inconstitucional).
A História das FARCS e demais grupelhos de esquerda em todo o planeta são objeto de aliança dos Petralhas e muitas vezes com diversas ligações clandestinas. Achincalham as atividades diplomáticas desde que possam realizar alianças com Governos autoritários e sanguinários, mas que se autodenominam representantes da salvadora esquerda. Sempre gritando que ninguém tem provas, eh eh!
Envolvimento pesado no episódio do Mensalão com o Lula dizendo que não sabia e que depois de se informar chegou a conclusão que os recursos tirados dos cofres públicos, na verdade eram sobras dos Caixas dois de Campanhas eleitorais. Tinha que botar todos os responsáveis em cana. Quem faz Caixa dois não é transgressor Oh presidente?
Não deixam que se esclareça o assassinato do Prefeito de Sto André, Celso Daniel, na época responsável pelas finanças da Campanha do PT em 2002. Tem gente do Palácio que sabe tudo o que aconteceu.
Finalmente a mais séria e deformada manobra de todas: - porque estão fortemente envolvidos com o assistencialismo através da máquina do Estado, se dizem esquerda preocupada com o problema social. E toma de distribuir $$ para Sindicatos, ONGs, MST, e dar DAs para a militância em todo o país. A Partir daí desenvolvem toda uma propaganda de natureza fascista e imitando o derrotado Socialismo Mussoliniano, denunciam todos os políticos sérios verdadeiramente preocupados com as LIBERDADES em nosso país. Eles querem isso: O Estado Centralizado das benesses sociais contra a plena liberdade em nossa terra.
O Índio da Costa foi de grande felicidade quando cunhou a frase: ÀS FAVAS COM O PT!
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